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Caixa e Sebrae oferecem R$ 7,5 bi para pequenos empreendedores com taxa até 40% menor

A Caixa Econômica Federal e o Sebrae anunciaram, nesta segunda-feira (20/4), uma parceria para oferecer R$ 7,5 bilhões em crédito para microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas. A medida é um auxílio para os pequenos negócios em meio à pandemia do novo coronavírus, que paralisou serviços e negócios. Os MEIs já poderão requerer os […]

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Foto: Pixabay

A Caixa Econômica Federal e o Sebrae anunciaram, nesta segunda-feira (20/4), uma parceria para oferecer R$ 7,5 bilhões em crédito para microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas. A medida é um auxílio para os pequenos negócios em meio à pandemia do novo coronavírus, que paralisou serviços e negócios.

Os MEIs já poderão requerer os recursos, a partir de quarta-feira (22/4), pelo site ou diretamente nas agências da Caixa.

Pelas condições oferecidas, os empreendedores contarão com uma carência de 9 a 12 meses, pagamento entre 24 e 36 meses, com taxas até 40% menores, segundo a Caixa. Os valores máximos estipulados para o crédito são de até R$ 12,5 mil para MEI, até R$ 75 mil para microempresas e até 125 mil para empresas de pequeno porte. Os juros são de 1,59% ao mês para MEI, 1,39% a.m. para microempresas e 1,19% a.m. para pequenas empresas.

Para ter acesso a essa linha especial de crédito, micro e pequenas empresas precisam ter faturamento máximo de R$ 4,8 milhões por ano, estar com as contas em dia e ter mais de 12 meses de abertura. Quem não for cliente da Caixa poderá abrir conta para pedir o financiamento.

A parceria utiliza as linhas de crédito disponibilizadas pela Caixa e as garantias complementares serão concedidas pelo Sebrae por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Segundo Carlos Melles, a oferta de crédito pode atingir 42 milhões de pessoas.

“O banco disponibilizará melhores condições de taxas, prazo e carência, de forma a atender a demanda por crédito desse setor tão importante para a economia”, disse Pedro Guimarães,  presidente da Caixa, que afirmou que a medida equilibra “questão econômica e social”.

Ainda segundo o presidente da Caixa, o benefício não será válido neste momento para empresas cujos sócios estejam negativados. Neste caso, ele disse haver outras linhas de renegociação de crédito disponíveis.

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